TRICYCLES

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Imaginem um triciclo no alto de uma duna, a ver o mar, a sentir o sol quente nas rodas pintalgadas de areia, com uma certa comichão no volante por causa da humidade salgada, e a pensar: “Apetece-me apanhar o próximo barco para Marte e desviá-lo até ao centro do Sol”.

É mais ou menos isto que os Tricycles são. Uma coisa vagamente improvável, um conjunto de kidadults de rumo duvidoso mas com histórias para contar, cheias de pessoas que poderiam existir. E de facto existem, em calmas músicas prontas a explodir, lentamente, a mil à hora, com suavidade, ou em rugidos de guitarras zangadas e pianos falsamente corteses, de rudes baixos a conversar com educadas baterias. Os Tricycles são tudo isto e, claro, não são absolutamente nada disto, porque “isto” não passa de palavras que tentam descrever música - algo que, sabemos todos, é impossível de se fazer apropriadamente.

Portanto, façamos uma pergunta para a qual tenhamos uma resposta: quem são os Tricycles? Os Tricycles são: o João Taborda (António Olaio & João Taborda), o Afonso Almeida (Cosmic City Blues, Sequoia), o Edgar Gomes (Terb) e o Sérgio Dias.

O álbum «Tricycles», primeiro da banda, foi gravado e produzido pelo Nelson Carvalho com os Tricycles, e é editado com a chancela da conimbricense Lux Records.

LOJA / DISCOGRAFIA


"A melhor coisa que possamos dizer acerca desta actuação dos Tricycles é que ficámos com maior curiosidade ainda em escutar as versões de estúdio, dado que este aperitivo foi saboroso. É sempre muito bom sinal quando nos apetece continuar a escutar uma banda após um concerto da mesma. Em boa hora estes veteranos voltaram à ribalta."
Álvaro Graça, RUA DE BAIXO

“É um daqueles álbuns que impressionam pela qualidade e trabalho melódico de cada uma das canções, como se fosse construído por 12 singles. Há nitidamente referências musicais a um rock independente anglo-saxónico, que pode passar por Manchester mas em alguns temas aproxima-se bastante dos R.E.M., também pela forma de cantar. «All the mornings» e «Saliva» são estrondosas peças pop, que dão vontade de ouvir no repeat. Simples e eficaz."
Manuel Halpern, JORNAL DE LETRAS

“Banda recente, mas já bastante madura. Gente que conhecemos de outras paragens. Sons indie rock, já no ponto certo. Fazem o que o gostam e divertem-se. Divertem-nos, o que é importante. Ficou a vontade de os voltar a ver.”
Nuno Ávila, SANTOS DA CASA

“Através de uma composição vibrante, de pêlo na venta, mas também com um travo melódico particularmente aditivo, percebemos que estamos na presença de um conjunto de amigos com uma inegável sensibilidade pop, feita dos mais variados ambientes, mas também com aquele cerrar de punhos no momento certo, indispensável num projeto que queira também marcar uma presença marcante num espectro mais rock e até garageiro. (...) O disco exala com igual dose de inspiração contemporaneidade e tradição, num exercício de criatividade e sensibilidade único, feito com os mais variados ambientes e que surpreende faixa a faixa. Nesta belíssima estreia, os Tricycles escancaram-nos um mundo inédito, cujos códigos e fechaduras só eles conhecem, mas que anseiam por partilhar com todos nós.”
MAN ON THE MOON

“Este disco de estreia é quase uma «colectânea» de clássicos imediatos a que vale a pena dar ouvidos. E de imediato nos leva por uma viagem de sonoridades familiares, mas que nunca deixam de surpreender e agradar.”
João Nuno Silva, A CERTEZA DA MÚSICA