A JIGSAW

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Foi há mais de 20 anos que os
a Jigsaw começaram a fazer canções. Profundamente inspirados pela música popular norte-americana, João Rui e Jorri deitaram mãos ao fascinante e inesgotável legado da folk, da country e do blues. Na sua discografia foram apurando uma alquimia que os tornou populares em Portugal e além-fronteiras, motivando elogios da imprensa internacional. Os seus espectáculos ao vivo são marcados pela forma como os músicos multi-instrumentistas ajudam a tornar real o imaginário dessas raízes musicais e literárias.

Mas como a banda liderada por João Rui e Jorri continua em plena actividade, está a ser preparado o regresso à edição, com o seu 5º álbum de estúdio, desta vez através da incontornável Lux Records.

Além do seu percurso em nome próprio, o núcleo de a Jigsaw continua a solidificar a sua ligação umbilical à agência e ao estúdio Blue House, tendo nos últimos anos sido casa para a gravação, masterização, mistura e produção de nomes tão variados como: Birds Are Indie, d3ö, Dean Wareham, Defrosted Pork Chops, Drunks on the Moon, Filipe Furtado, Ghost Hunt, Mancines, Pedro Renato & Raquel Ralha, Pinhata, Portuguese Pedro, Spicy Noodles, Subway Riders,  The Legendary Tigerman, The Millions, The Parkinsons, The Twist Connection, Tracy Vandal, Victor Torpedo, Wipeout Beat...

LOJA / DISCOGRAFIA

a Jigsaw


“No True Magic
é um disco animado pela força incorruptível das histórias da música popular. É uma construção cuidadosamente elaborada, com arranjos sabiamente postos ao serviço da canção: há uma guitarra de Coimbra em Them fine bullets, mas camufla-se na canção e o trinado torna-se eco definitivamente presente, mas quase subliminar; há uma trompa, glockenspiel e violino reunidos em Tides of winter, mas estão lá para que esta tensão apocalíptica, cinemática, da música sublinhe os versos: “Was my pain not worthy of you? It was enough, it was enough”). A morte dança em No True Magic, velho disco folk, novo disco de histórias que teimam em não nos abandonar. “Death, o death, be my friend”, ouvimo-los. Não é um espanto. É um contínuo. E é esse o seu poder.”
Mário Lopes, PÚBLICO

“Com Tracy a acompanhar João Rui na voz, a carga emotiva das canções ganhou um peso e uma medida dificilmente descritível. Juntas, numa conquista pelo tempo e pelo espaço, as vozes tornam-se um complemento uma da outra, deixando qualquer um de olhos vidrados no palco. Da experiência acumulada, podemos concluir que é sempre bom ver a Jigsaw nos palcos, independentemente da formação em que se apresentem. A regra está, decididamente, ditada. E ainda não foi desta que descobrimos a excepção.”
Adelaide Martins, CULTUR’ARTE’MAG

“Quando o concerto começou, a emoção com que a música brotava era arrepiantemente sincera. As melodias continuam envolventes e é difícil escapar ao encanto da guitarra, do banjo, do piano e da melódica tal como tocada por eles.”
Luís Belo, MUSIQUIM
 
“Este colectivo carrega às costas o peso da sabedoria e é capaz de nos trazer uma dualidade de sentimentos que passa da nostalgia à serenidade. A Jigsaw & The Great Moonshiners Band trouxeram tudo o que havia de melhor para o palco. Tanto as histórias sábias e sentidas que apareciam entre as canções, como a descontração e a boa música.”
Eliana Bento, MÚSICA EM DX