FILIPE FURTADO

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Nascido e criado na lindíssima cidade de Ponta Delgada, troca as ilhas pela cidade de Coimbra em 2010, para prosseguir estudos na área do jornalismo. Por lá ficou, mas a paixão pela música falou mais alto e terminada a licenciatura ingressou no curso de jazz da Tone Music School. Com a guitarra como companheira, começa a escrever, a experimentar, a musicar alguns poemas e a ganhar coragem para cantar em público.

Apreciador musical eclético, ainda para mais sendo radialista amador, é no vasto paraíso da música brasileira que mora a sua paixão: a Bossa Nova. Vem para batucar gingados em tons de verde e azul, perdido nesse imaginário de mar e vulcões.

Em 2020 gravou na Blue House o seu disco de estreia "Prelúdio", cujo 1º single "Uma coisa linda de morrer" já se encontra nas diversas plataformas de stream.

 


“Filipe Furtado. Um homem e duas guitarras. Bossa nova com sotaque açoriano. Canções entre o mais íntimo e o mais festivo. Acordes carregados de poesia. O disco vem aí. E o Filipe tem espaço para crescer e arrebatar corações.”
Nuno Ávila, SANTOS DA CASA

“Dizem-lhe que tem de ir ao Brasil, mas na realidade é Filipe Furtado que vai trazer o samba e a bossa nova para os Açores. De dedos cravados nas cordas de nylon da sua guitarra, o açoriano – agora a estudar em Coimbra – traz-nos não só uma série de canções dos grandes mestres da MPB, mas também alguns dos seus originais com ritmo do Brasil e sotaque de Portugal. «Dizem que tenho de ir ao Brasil» é um deles, com sonoridade do nosso povo irmão, do outro lado do oceano.”
João Cordeiro, MEIA DE ROCK