TODOS OS ARTISTAS

A JIGSAW
Foi há mais de 20 anos que os a Jigsaw começaram a fazer música. Com uma carreira consistente e quatro álbuns editados, João Rui e Jorri foram apurando uma alquimia própria que os tornou populares em Portugal e além-fronteiras, tendo já sido mencionados pela imprensa internacional (Les Inrockuptibles, The Guardian, Ruta66), ao lado de nomes como Tom Waits, Leonard Cohen, ou Nick Cave. Os seus concertos são marcados pela forma como os multi-instrumentistas ajudam a tornar real o imaginário das raízes musicais e literárias da cultura norte-americana e do legado da folk, do country e do blues.

BELLE CHASE HOTEL
Os Belle Chase Hotel nasceram em Coimbra, nos anos 90. Passados mais de 20 anos da sua última edição discográfica, decidem regressar aos palcos para alguns concertos muito especiais. Os membros da banda mantiveram-se ativos em projetos musicais distintos (JP Simões, Quinteto Tati, Wraygunn, Ellas, Raquel Ralha & Pedro Renato) e propõem-se a revisitar o passado em conjunto, pautado por temas clássicos como “Sunset Boulevard”, “Emotion and Style” ou “São Paulo 451”, mas olhando para o futuro.

BIRDS ARE INDIE
Os Birds Are Indie nasceram em Coimbra, em 2010, construindo o seu ninho em forma de bedroom pop e folk, numa postura do it yourself minimalista, própria dos primeiros voos. Com o tempo, as asas da sua pop foram crescendo e aproximaram-se do rock que lhes foi ensinado por nomes como Lou Reed, Dean Wareham, Black Francis e Stephen Malkmus. Depois de vários EPs e 5 álbuns, 2023 traz consigo o lançamento do 6º longa-duração, uma vez mais gravado na Blue House e editado pela Lux Records.

DRUNKS ON THE MOON
Drunks in the Moon exploram um território musical entre o experimentalismo do kraut rock, a surf music californiana e a chanson française. O português Bruno Lucas e a francesa Manon Capelline compõem o seu universo musical através de diversos instrumentos: a guitarra e os seus solos melancólicos com muito reverb e algum tremolo, o papel minimalista da bateria, a caixa de ritmos do órgão dos anos 80, as intensidades fortes e dramáticas do violino, e os encadeamentos harmónicos do acordeão.

EIGREEN
Eigreen nasceu do desejo de Francisco Frutuoso de transpor o seu imaginário para a música, ao qual se juntaram a sua irmã gémea Luísa Levi (voz), Carlos Serra (baixo), João Ribeiro (guitarra) e Rui Pedro Martins (bateria). Com o disco de estreia de nome homónimo, têm somado reconhecimentos: “It’s On”, o primeiro single divulgado, marcou presença no disco Novos Talentos Fnac 2020; “Dreamland” foi tema do dia na Super Bock Super Rock FM e música da semana na Rádio Universitária do Minho, e o álbum foi apresentado na RTP 1 e RTP 2.

FILIPE FURTADO
Filipe Furtado nasceu na cidade de Ponta Delgada e, em 2010, trocou a ilha pela cidade de Coimbra, onde ingressou no curso de jazz da Tone Music School. Com a guitarra como companheira, começa a escrever, a experimentar e a musicar alguns dos seus poemas. Apreciador musical eclético, ainda para mais sendo radialista amador, é no vasto paraíso da música brasileira que mora a sua paixão, a bossa nova, à qual se soma o jazz e a influência de diversos cantautores portugueses. Vem para batucar gingados em tons de verde e azul, perdido nesse imaginário de mar e vulcões.

FROM ATOMIC
From Atomic são Alberto Ferraz, Sofia Leonor e Samuel Nejati, um trio formado em 2018. A sua sonoridade resulta de uma perfeita simbiose entre a pop vanguardista dos anos 80 e o indie-noise dos anos 90, com a simplicidade das vocalizações e do baixo, a crueza da bateria e a teatralidade da guitarra. A música “Heaven’s Bless”, um dos primeiros registos da banda, foi incluída na compilação Novos Talentos FNAC ‘19. Em 2022, lançaram o seu segundo disco — “Love, Fate, Now & Forever” — “, gravado na Blue House e lançado pela Lux Records.

HELDER BRUNO
Helder Bruno, compositor, pianista e musicólogo é detentor de uma personalidade estética única no panorama musical português. Produziu dois álbuns — “The Presence, serene and tender”, em 2018, e “Under a Water Sky”, em 2022 — aclamados pela crítica e pelo público. A sua música e carreira já estiverem em destaque na televisão e nas rádios nacionais. Ao vivo, seja em apresentações a solo, com convidados especiais, ou acompanhado por um quinteto de cordas, a música de Helder Bruno proporciona uma experiência transcendente e libertadora.

PORTUGUESE PEDRO
Portuguese Pedro é um projeto de Pedro Serra, músico e DJ dedicado à estética música dos anos 40’, 50’ e 60’. É exatamente uma viagem por estas sonoridades retro que sugerem os slaps do contrabaixo e os riffs de guitarra compostos por Portuguese Pedro, evocando os sons roots de Hank Williams ou Johnny Cash. Este verdadeiro rockabilly de Coimbra contagia com as suas composições que têm atraído um público inesperado e heterogéneo, de todas as partes do mundo.

RAQUEL RALHA & PEDRO RENATO
Raquel Ralha e Pedro Renato trabalham juntos desde os Belle Chase Hotel. Prosseguiram os seus próprios caminhos com Wraygunn, Azembla’s Quartet e, mais recentemente, em Mancines. Juntaram-se na Blue House pela primeira vez como duo para gravarem três covers — “Nerves” (Bauhaus), “Peek-A-Boo” (Siouxsie and The Banshees) e “Right Now” (Herbie Mann / Mel Tormé) — que funcionaram como motor de arranque para motor de arranque a “The Devil’s Choice, Vol. 1”, um disco integral de versões, editado pela Lux Records em 2018. Seguiram-se o “Vol. 2” e as “Heavenly Tales”.

RUZE
Figura central da cena hip-hop coimbrã, Ruze é um dos mais antigos MCs portugueses ainda em atividade, com uma história que remonta a meados dos anos 90, altura em que liderava os movimentos 230 e SBT2. Em 2019, regressa às edições com o seu quarto EP — “Tenho Tudo” — e, em 2021, lança “Pressão”. Batidas diretas, rimas acutilantes, atitude desafiadora e bem-humorada, é isto que podemos esperar de Ruze, em disco e em cima do palco.

SPICY NOODLES
Spicy Noodles nasceu no verão de 2016, numa residência artística, partindo maioritariamente de temas da brasileira Érika Machado. “Sensacional” foi o disco de estreia, editado em 2020, com uma sonoridade imersa em samplers, guitarras, teclados, baixo e bits eletrónicos, misturados como pacotes de temperos pop para uma explosão de sensações em cada uma das canções. O álbum que pinta um imaginário doce e colorido, alegre e alegórico, tem o selo da Lux Records e mistura e masterização do brasileiro John Ulhoa (Pato Fu).

TRICYCLES
O núcleo dos Tricycles são João Taborda (António Olaio & João Taborda), Afonso Almeida (Cosmic City Blues, Sequoia) e Sérgio Dias. Juntos, formam uma composição vagamente improvável, um conjunto de kidadults de rumo duvidoso, mas com histórias para contar. Fazem-nos através de calmas músicas prontas a explodir, cheias de personagens: guitarras zangadas a rugir, pianos falsamente corteses e rudes baixos a conversar com educadas baterias. O álbum “Tricycles”, primeiro da banda, foi produzido por Nelson Carvalho e editado pela Lux Records.

WIPEOUT BEAT
Os Wipeout Beat são a banda de três figuras emblemáticas da cena musical conimbricense: Carlos Dias, Pedro “Calhau” Antunes e Miguel Padilha. Uma panóplia de teclados, três vozes e uma guitarra, soam ao mais sujo do garage, mas também aos sons minimais dos Suicide ou de Philip Glass, tudo ao ritmo de uma uma velha caixa-de-ritmos Roland CR-8000, que faz com que seja impossível não bater o pé. Produzido no estúdio da Blue House, “Small Cities Big Thoughts” foi o disco de estreia, ao qual se seguiu “Wine Nights Fantastic Stories”, editado em 2021, ambos na Lux Records.