NA COR DO AVESSO

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Partimos da Canção de Coimbra! Uma canção que nos deu quase tudo. Quisemos agradecer… Juntámos, em torno das guitarras de Coimbra, amigos de dentro e de fora, desiguais e diferentes. Convidámos seres humanos que gostam acima de tudo de música, que encontram na música o verdadeiro sítio para se viver… Partimos da Canção de Coimbra para a reencontrar! Para a reencontrar viva, aberta ao mundo, aberta às novas gerações. Eis o momento escolhido para retribuir a herança infinita deixada pelo Zeca, pela família Paredes, pelo Goes, e tantos outros: o momento de mostrarmos, simplesmente, as nossas ideias e a nossa música.

Procuramos o avesso, o outro lado. O lado das não coisas, das não faces, dos não dogmas, das não máscaras, dos não fins nem inícios. Procuramos o caminho, a viagem, o que vai ligando em vez de separar; o contínuo, fluxo, devir; o que está antes de tudo e tudo sustenta. Procuramos, afinal, o avesso do espaço onde tanto, e tão mal, nos vamos perdendo. Procuramos o tempo. O nosso tempo.

Este colectivo foi galardoado, em 2019, com o Prémio Edmundo de Bettencourt, atribuído pela Câmara Municipal de Coimbra. Em torno da sua formação base, composta por Beatriz Villar (voz), Pedro Nuno Lopes (viola), António José Moreira (guitarra de Coimbra) e Ricardo Dias (guitarra de Coimbra), vão-se juntando convidados como Amadeu Magalhães (vavaquinho, viola braguesa, bandolim), João David Almeida (voz) e Manuel Portugal (guitarra de Coimbra, Locução), sempre com a direcção musical de Pedro Renato.