DEFROSTED PORK CHOPS

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Coimbra volta a dar cartas com uma nova vaga de bandas emergentes sediadas na cidade e os Defrosted Pork Chops surgem na dianteira desse movimento. Gravado na Blue House, "Greatest Hits" foi o seu EP de estreia, com lançamento em Março de 2019. Na sua degustação notar-se-ão temperos como Fleet Foxes, Animal Collective ou BadBadNotGood, riffs suculentos ao jeito de uma magnânima posta mirandesa e melodias tenras e doces, qual pato à Pequim.

LOJA / DISCOGRAFIA


“Defrosted Pork Chops: uma mixórdia de estilos… Com influências de rock psicadélico, folk, ritmos africanos e até música electrónica, esta banda conimbricense surgiu 'no Moelas, às 4h30 da manhã'. O álbum de estreia «Greatest Hits» é esperado para o novo ano.”
JORNAL A CABRA

“«Greatest hits» é como se chama o EP de estreia deste quinteto conimbricense a sair nos primeiros tempos deste novo ano. Quatro canções gravadas na Blue House que já ouvimos ao vivo no festival Emergentes e que cativam.”
Fausto Silva, SANTOS DA CASA

“Coimbra volta a dar que falar com a nova vaga de artistas. Os Defrosted Pork Chops são a banda da cidade universitária que nos traz de volta o indie com um twist psicadélico. Para carnívoros ou vegetarianos, o sabor destes pork chops deixa um travo a curiosidade na boca de quem experimenta. A apresentação é curta (só as quatro músicas) mas o nome fica, sem dúvida, na cabeça. Quem os ouve, também espera trabalhos futuros com temperos mais arriscados.”
Carlota Real, ESPALHA FACTOS

“No gigantesco universo sónico do indie rock surge uma constelação de inovação e criatividade por parte de Defrosted Pork Chops, uma banda oriunda de Coimbra que apresenta o seu EP de estreia, «Greatest Hits». O EP é constituído por 4 canções que bebem de certas influências de bandas indie norte-americanas, mas que conseguem construir a sua identidade própria, especialmente no tema «Possessed by Master Khadri» que se revolve num psicadelismo soalheiro e com uma composição com o seu quê de imprevisível e progressivo. «Blue Canaries», serve-se de um indie rock descontraído e de um lirismo que impele a algum escapismo quando se canta em refrão emotivo «And there is no home» depois surge algum optimismo tanto na mudança de toada de ritmos como na letra. As linhas de guitarra agridoces de «Prayer for Jabba» dão entrada a uma dupla de vocalizações emotivas que se rasgam em riffs poderosos para depois estabilizar numa harmonia mais pacífica. A entrada melancólica de «Folk» dá espaço para uma balada intimista, novamente com um coro feminino e uma dupla de vocalizações bastante harmoniosa.”
Cláudia Zafre, ACORDES DE QUINTA