ANIMAIS

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Decorria o ano de 2003 e Coimbra, então capital da cultura, viu subir ao palco do Teatro Académico Gil Vicente (TAGV) o espectáculo "Mondego Chase", resultante da colaboração de Belle Chase Hotel com os músicos do Quinteto de Coimbra, e com base em alguns dos mais emblemáticos temas de Carlos Paredes. Ditou a sorte que o trabalho daí resultantes tivesse ficado apenas pelos palcos que testemunharam o espectáculo, e que apenas tivesse sido registada em estúdio a versão de Verdes Anos, que integrava então a colectânea "Movimentos Perpétuos".

Independentemente das encorajadoras críticas que gabavam o projecto, e da bênção de um Carlos Paredes emocionado ao ouvir o seu trabalho revisitado, ainda que num contexto bastante diferente do habitual, este trabalho ficou guardado durante todos estes anos nas memórias de quem o viu e ouviu, e dos músicos que o conceberam. 15 anos mais tarde, no final de 2018, os mesmos músicos que arquitectaram o projecto reúnem-se para ressuscitar e completar a aventura musical pelo universo sombrio, negro e vibrante da figura mais carismática e livre da guitarra portuguesa. 


Um disco e um projecto intenso, para almas irrequietas, ouvidos exigentes e espíritos livres.

LOJA / DISCOGRAFIA


“Carlos Paredes comoveu-se com a versão de Verdes Anos, pelos Belle Chase Hotel e o Quinteto de Coimbra.”
Kathleen Gomes, PÚBLICO, Ípsilon

“Mondego Chase” foi um fogo que nunca se chegou a extinguir. Nasceu durante o Coimbra Capital da Cultura em 2003 e juntou os Belle Chase Hotel com os músicos do Quinteto de Coimbra numa revisitação do trabalho do inigualável Carlos Paredes. A chama esbateu-se com os anos, mas nunca se deixou apagar até que, hoje, chega a notícia de que os obreiros do espectáculo “Mondego Chase” reuniram-se para avivar a fogueira e completar aquilo que se iniciou há 17 anos com o projecto Animais – 15 anos sem Paredes.
Fernando Gonçalves, BODYSPACE

Reportagem RTP
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